skip to Main Content

Bebê de 6 meses e mulher de 102 anos sobrevivem ao coronavírus

Bebê De 6 Meses E Mulher De 102 Anos Sobrevivem Ao Coronavírus
Publicidade

 

O bebê, Leonardo de 6 meses e a mulher de 102 anos, sobrevivem ao coronavírus aumentando as esperanças para a cura do coronavírus.

Leonardo, de 6 meses, lutou por 50 dias em um hospital na Itália.”Hoje temos um motivo para sorrir e ser feliz”, disse o prefeito local.

Duas pessoas nos extremos das idades, tornaram-se esperança para a Itália, ponto zero para o coronavírus na Europa.

O pequeno Leonardo, voltou para casa no município de Corbetta, na região Italiana da Lombardia, no norte da Itália, depois de vender a batalhas de 50 dias contra o covid-19.

Publicidade

O prefeito da cidade fez um comunicado.Ele disse: ‘Hoje temos motivos para sorrir e ser felizes, tornamos a ter esperanças. Boas vindas ao pequeno Leonardo que acabou de sair do hospital após derrotar o coronavírus.

Veja Mais:

A mãe do bebê disse à imprensa local: ‘Eu estava muito preocupada, principalmente à noite. Não desejo isso para nenhuma mãe.Ela contou que não sabia que o seu bebê estava doente, até apresentar febre e o batimento cardíaco acelerou, e soube que o colega de trabalho de seu marido havia sido diagnosticado com o coronavírus. A mãe ainda falou que o pequeno Leonardo foi muito nem tratado pelos profissionais de saúde.

Publicidade

Enquanto isso, uma mulher de 103 anos, de Gênova, também norte da Itália, se recuperou milagrosamente depois de contrair o coronavírus e passar 20 dias no hospital.

A médica Vera Sicbaldi, contou a CNN que apelidaram a mulher de 102 anos, “Nós a apelidamos de ‘Highlander’ – a imortal”. A mulher apresentou insuficiência cardíaca leve, os médicos dizem que o vírus se rendeu na frente dela.

Registros do Instituto Nacional de Saúde da Itália mostram que a idade média de alguém para morrer após o teste positivo para o coronavírus é de 78 anos, tornando o caso de Grondona particularmente excepcional.
Os médicos ficaram tão impressionados com o caso que decidiram estudá-lo mais profundamente, após os médicos admitirem que fizeram muito pouco para curar a mulher, o caso dela realmente foi excepcional.

Sicbaldi disse: “Ela só apresentava alguns sintomas leves de coronavírus, então a testamos e ela foi positiva, mas fizemos muito pouco, ela se recuperou sozinha”.

Publicidade