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Os primeiros testes em humanos para a vacina contra o coronavírus começam em alguns dias

Os Primeiros Testes Em Humanos Para A Vacina Contra O Coronavírus Começam Em Alguns Dias
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A etapa de teste com animais de laboratório será omitida e será aplicada diretamente aos voluntários.

Os primeiros ensaios em humanos para a vacina contra o coronavírus serão realizados nos Estados Unidos. Uma nova geração do que é conhecido como “hacking genético” será aplicada a voluntários desse país.
Isso ocorre após o processo de obtenção da vacina esperada ter sido acelerado após a omissão dos testes padrão que geralmente são realizados em animais de laboratório.

Uma vacina que é urgentemente necessária
Segundo o The Telegraph, se após os primeiros testes a vacina se mostrar segura, ela será aplicada a um grupo maior de pacientes infectados pelo Coronavírus para confirmar sua eficácia e torná-la maciça.

A indústria farmacêutica estima que a vacina esteja pronta em 12 a 18 meses, mas não pode confirmar uma data exata de liberação, dada a complexidade da pandemia global.

Embora essa vacina não impeça mais o grande número de casos de infectados em todo o mundo, uma vez que a infecção ainda não atingiu seu pico mais alto na maioria dos países, certamente irá amortecer e ajudar a erradicar a doença posteriormente.

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Na sexta-feira passada, o consultor científico do governo britânico, Sir Patrick Vallance, alertou que o coronavírus poderia se estabelecer como uma “infecção sazonal anual”.
Ao mesmo tempo, vários especialistas dizem que a imunidade alcançada após a infecção pode não ser permanente. Portanto, a vacina, sem dúvida, também será útil para quem já teve um coronavírus.

O novo medicamento está sendo desenvolvido pela Moderna, uma empresa no estado de Massachusetts, Estados Unidos. Seu design é totalmente diferente do modelo tradicional, que consiste em inocular o patógeno, ou uma proteína enfraquecida da superfície do vírus, no corpo humano para ativar seu sistema imunológico.

O design da nova vacina contra o coronavírus

Nesse caso, o medicamento experimental é baseado em uma molécula chamada RNA mensageiro, ou mRNA. Atua no sistema imunológico humano e produz proteínas semelhantes às dos coronavírus. A partir desse momento, o sistema imunológico aprende a erradicar a infecção.

Essa nova abordagem, chamada sintética, tem o benefício da velocidade. Mas este caso é bastante incomum, pois esse tipo de medicamento é testado em animais (geralmente camundongos). Nesse caso, dada a urgência da infecção global, essa etapa será evitada.

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